Vou entrar numa de Natal à espanhola e vou pedir aos Reis aquilo que o Pai Natal não trouxe...
Assim, o que eu quero mesmo mesmo receber neste Dia de Reis, é isto:
Acham que cabe no sapatinho?
os outros gatos lindos da blogsfera, mas o meu Picasso é o gato mai lindo do mundo!
A melhor prenda que recebi foi, sem dúvida, o Picasso, que me ofereceram este Natal!
Lado a lado com o perdigueiro que me ofereceram há uns anos e que infelizmente já não está comigo.
E este é o meu Picasso!
Um siamês com 2 meses, que mal chegou e já é o dono e senhor da casa!
De tal maneira que até já dormiu ao colo do meu pai (que não gosta de gatos!), e vai tomar conta do blog, tenho certeza...
kmmk,m ii io9hhhhhhon mmmmmmmç-
Pronto, já está!
Sua excelência tinha que vir dar a sua opinião!
Escuta lá, alguém te perguntou alguma coisa?
Miau!
...
A gaja até já dá entrevistas e tudo!
Eu disse que andava com um balde pendurado ao pescoço? É uma banheira!
Ok, ok, é uma publicação regional, e até já tinha sido entrevistada na tv nacional, mas desta vez é diferente. Para a tv foi acerca do voluntariado, mas esta entrevista é sobre o meu trabalho, a minha pintura.
Agora é que me vou fartar de rir...
É desta, é desta...
Depois de estrear a exposição as coisas acalmaram, mas agora são as prendas de Natal, as actuações de dança, os jantares, e claro, o trabalho, que nesta
altura é mais que muito...
Voltei a fazer fotografia, consegui um laboratório, e algum tempo, pouco, mas vai dando. Mais tarde posto aqui alguma foto.
Desde quinta-feira não param os jantares.
Tenho dormido pouco, descansado menos ainda, mas ando a divertir-me à grande.
Depois das jantas, saídas com os amigos, muita dança, muito martini, muito flirt...
E lá volto eu a meter-me em confusões...
Só gostava de saber como é que isto tudo vai acabar...
Round 3...
Estou muito contente, e babadissíma (tenho andado com um balde pendurado ao pescoço) pelo modo como tem andado tudo a correr com a minha exposição.
As críticas têm sido boas, constructivas.
A inauguração foi um sucesso (pelos padrões locais, que, confesso, não são lá muito elevados), teve imensa gente e vendi logo 3 peças_que é a parte que me custa mais neste processo todo, não tanto o escrutínio público, mas saber que alguém que eu não conheço vai levar as minhas peças para casa..., enfim (tive sorte até agora)_ e só esse factor serviu já para calar muitas bocas.
(Eheh, confesso que me deu um certo gozo).
Porque, segundo consta, quem trabalha num café, não sabe fazer mais nada!
Não pode pintar, não pode fazer fotografia, não pode dançar, não pode ter vida social ou privada, não pode criar roupa e, imagine-se, não pode ter um curso superior!
Até agora ainda não percebi se a merda toda que me chegou aos ouvidos é pura burrice ou dor de cotovelo...
Queria agradecer muito muito a este senhor por ter vindo assistir à inauguração da minha exposição.
It means more than you might think.
Obrigada!
... 3, 2, 1, BUM!
We have Lift Off!
Vês, afinal não doeu nada!
com muito gosto, que abriu uma casa de fados, cá, na minha santa terrinha!
Sim, é verdade, uma casa de fados.
Hoje lá fui, jantar e ouvir o belo do faduncho.
Adorei (aliás, adoro estes ambientes), e vou voltar de certeza.
À conta disso lembrei-me duma música que cresci a ouvir. Não é fado, mas música popular portuguesa.
Sempre gostei desta música, apesar de ser um pouco triste.
Ora cá vai:
"Onde vais ó Luisinha
Com o teu cabelo à faia?
Vou ver o meu Amor
Que anda nas ondas da praia
Que anda nas ondas da praia
Que anda no mar à sardinha
Com o teu cabelo à faia
Onde vais ó Luisinha?
Onde vais ó Luisinha
Com teus olhos de lamento?
Vou ver o meu Amor
Que anda no mar ao sustento
Que anda no mar ao sustento
De noite até manhãzinha
Teus olhos de lamento
Onde vais ó Luisinha?
Onde vais ó Luisinha
Com tua voz de revolta?
Vou ver o meu Amor
Que andava ao mar já não volta
Que andava ao mar já não volta
Ai que negra sorte a minha
Tua voz de revolta
Onde vais ó Luisinha?
Onde vais ó Luisinha?"
Sinceramente, não me lembro de onde é esta música, mas adoro.